BEM VINDO!

Este é um espaço criado para que possamos trocar informações sobre:

- Psicanálise;
- Comportamento Humano;
- Patologias Psicoemocionais;
- Sentimentos: que constroem e que destroem;
- Relacionamentos;
enfim, toda abordagem que puder levar informação sobre melhor qualidade de vida
emcional.

Os textos não têm a pretenção de orientar, mas sim de poder oferecer uma alternativa de interpretação.
Sinta-se a vontade para opinar, contestar e discutir. Aqui, o que você pensa, será bem vindo!

Abraço,

Lindalva Moraes Pereira
Psicanalista –
SJCampos

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

DIREITO DE OPINIÃO



Nossa! Tem tantos assuntos a serem postos em dia, que este blog tende a virar uma miscelânea só. Então não se espantem muito se o texto anterior não tiver muito a ver com o próximo, isolem os assuntos que dá certo...

Como eu não gostaria de começar 2013 com pendências de 2012, então vamos lá: no final do ano passado, não me lembro bem quando, recebi a crítica de alguém muito zangado, que descordava da minha opinião em alguma coisa. Está vago não é? Pois então, eu bem que gostaria de ser mais precisa e até me defender da crítica ou tentar entender melhor o ponto de vista dele(a), mas não foi possível.

A pessoa não se identificou, assinou o comentário como “anônimo”, não foi específico ao que lhe desagradou, qual foi o ponto desconcordante ou ao menos ao que ele(a) se referia (qual texto?). Assim não dá para brincar, não é?

Nem me dei ao trabalho de responder e deletei sua crítica. Foi grosso(a), desrespeitoso(a) e deselegante. O propósito do blog não é trocar farpas, é trocar conhecimento. Se ler com atenção a introdução isso está lá.

Não sou curadora de Freud e nem detentora de todo do conhecimento psicanalítico, nunca tive esta pretensão. Humildade deve ser o lema de quem se propõe a trabalhar com análise do comportamento humano. Tudo muda o tempo todo e a amostragem é infinita, as descobertas são aceleradas e espalhadas, as teorias são reformuladas e reinterpretadas. Então, até o fundamento de certo ou errado sobre tais teorias torna-se relativo.

Existem outras críticas nos comentários, especialmente quando resolvi escrever sobre a dinâmica psicológica de um jogo de futebol. Essa rendeu... mas foi ótima. Sei lá, acho que foram mais de 10 trocas de comentários em torno do texto, mas sempre com respeito e transparência. Aí eu brinco.

Agora, figura que vem dar “estrilo” (emprestei este termo de uma conhecida, achei propício), posar de profundo conhecedor, mas só faz grosseria e não elucida nada... ah esse não tem o meu respeito mesmo.

Ser criticada pela minha metodologia e pelos valores praticados no meu consultório, isso eu já estou acostumada. Nem me abalo mais. A metodologia é explicar tudo o que eu sei a cada analisando, na medida do possível e de cada caso, todo sujeito tem o direito de se tornar analista de si mesmo e do meio em que vive, sem virar refém de divã nenhum. Explico sobre a dinâmica de um acompanhamento terapêutico, sobre a função do divã, sobre a importância do pagamento das sessões e tudo o mais que ele queira saber. O mistério não faz parte da eficácia do tratamento, isso só está na cabeça conservadora e monopolizadora de alguns profissionais. E quanto a dinheiro: é bem vindo e necessário porque não vivo de filantropia, mas não é o que rege meus atendimentos.

As pessoas são carentes de orientação, ajuda, escuta, paciência, muitas vezes não têm acesso a um profissional que os acompanhe e contribua. Esses anos todos já troquei mensagens com centenas de pessoas que estão em busca da percepção de alguém de fora do seu contexto de vida, que se disponha a ter um olhar meramente técnico sobre seu caso ou assunto. E isso ajudou de alguma forma, muitas vezes só um e-mail, ou uma resposta a algum comentário, o que parece pouco e no momento pode ser muito. Este é um propósito importante ao que se destina este blog.

No mais, caro desconhecido descontente, não se sinta mal vindo, pelo contrário, apareça sempre que desejar, mas mude o formato da sua participação, ok? Desta forma, poderemos praticar a civilidade e trocar informações. Esteja certo que se me convencer que escrevi algo desconforme ou que tenha de alguma forma prejudicado alguém, disponho-me a me retratar e reformular meu conceito.

Abraço,

Lindalva

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